PVC Um aliado à Ecologia

A principal matéria-prima do PVC é o sal marinho, recurso inesgotável na natureza. Aproximadamente 57% da resina, em peso, tem origem nesta matéria-prima, sendo este o único plástico que não é 100% derivado do petróleo, fator que contribui para a diminuição da emissão de CO2. Os 43% restantes correspondem ao petróleo que, inclusive, já pode ser substituído pelo eteno produzido a partir da cana-de-açúcar, permitindo que a resina seja derivada de matérias-primas 100% inesgotáveis na natureza.

Assim, não há razões técnicas, científicas ou legislações para que as empresas do segmento de eletroeletrônicos eliminem este plástico de seus produtos. Ele é inerte, atóxico, seguro e largamente utilizado no segmento de eletroeletrônicos, principalmente em fios e cabos; na fabricação de tubos e conexões para o transporte de água potável; embalagens de alimentos e remédios.

Além disso, o PVC é o plástico mais utilizado na área médica, com aprovação de órgãos competentes como o Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos, Farmacopéia Européia e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) no Brasil, entre outros.

Apesar de ser um dos três plásticos mais utilizados do mundo, o PVC é também um dos menos presentes nos aterros sanitários. As razões são simples, a maioria dos produtos de PVC é de longa vida útil, podendo durar mais de 50 anos, é um material 100% reciclável e reciclado. 

Uma pesquisa realizada sobre a reciclagem mecânica do PVC, encomendada pelo Instituto do PVC, mostra que o índice de reciclagem mecânica do pós-consumo no Brasil, em 2007, foi de 17%. Número bastante significativo considerando que na União Européia, o índice de reciclagem mecânica de todos os plásticos foi de 18,6%, no mesmo período. O índice se torna ainda mais significativo se avaliarmos a reciclagem do PVC flexível, o principal tipo utilizado na indústria de eletroeletrônicos. Neste caso, o índice chega a 19,6% e supera o da União Européia.

Quando a reciclagem mecânica não é mais possível o material pode ser tratado na reciclagem energética, processo limpo e extremamente evoluído em países desenvolvidos. As legislações que regulamentam a queima dos materiais para que se tornem energia são extremamente rígidas, exatamente para garantir que sejam seguras para o ser humano e meio ambiente. 
 
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